Descompasso
Qual o mistério de uma lágrima?
Não sei dizer, sei apenas que chorar é algo necessário, talvez até alentador...
Banhar-se nesse mar de ilusões...
O Sol que nasce, a Lua que se entrega verdadeira ao amor que a conssome,
tudo desconexo, não procure sentido nessas linhas, pois isso é o que jamais encontrará, aqui sou eu, sou você, sou ninguém...
Procuro fugir de mim mesma, mas essa fuga é infundável, injustificável, impossível...
Esse louco desejo de coisas ocultas que me conssome...
beijos de amor, abraço acolhedor, verdades, mentiras, uma vida plena, se é que isso pode ser chamado de vida, talvez seja apenas uma fábula... a morte talvez venha abrir os meus olhos para a verdadeira vida, para aquele caminho que incessantemente venho buscando...
As mãos cansadas precisam parar, mas a mente alucinada deseja continuar e se você procura sentido nisso aqui, por favor vá embora, pois isto é o que você jamais irá encontrar.
Escrevi esse pseudo poema hoje, sei lá porque, na verdade nada aqui tem sentido definido.
Escrevi esse pseudo poema hoje, sei lá porque, na verdade nada aqui tem sentido definido.

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